O que é o empréstimo com garantia de imóvel? Eu posso perder minha casa?

Atualmente, várias instituições financeiras estão focando nos empréstimos com garantia como o principal produto de crédito, principalmente o crédito imobiliário ou Home Equiity.

Mas você sabe como funciona esse tipo de empréstimo? Entende a tal alienação de imóvel? O crédito com garantia é uma opção de financiamento em que o cliente consegue melhores condições como taxas mais baixas, prestações menores e prazos maiores colocando um bem como garantia.

 Parece complicado, mas nesse texto vamos explicar tudo que você precisa saber sobre o assunto para que não fique inseguro na hora de decidir.

O que é alienação de imóvel?

Alienação de bens ou alienação fiduciária é um recurso legal utilizado para transferir a propriedade de um bem, nesse caso um imóvel, para uma instituição financeira durante uma operação de crédito. A operação com garantia permite que a instituição forneça empréstimos com juros muito mais baixos e prazos mais longos.

Enquanto o contrato está ativo e existem parcelas do empréstimo a serem pagas, a instituição financeira tem a posse indireta do bem e o cliente tem a posse direta e usufruto, ou seja, pode continuar a morar ou alugar o imóvel. Com a quitação das parcelas e o consequente fim do contrato o imóvel retorna ao proprietário.

O cliente também pode vender esse imóvel durante a vigência do contrato, desde que, com o valor da venda, a dívida seja quitada com a instituição que forneceu o empréstimo.

A alienação fiduciária foi instituída em 1997 com a Lei nº 9.514, que simplificou o processo e diminuiu a burocracia, o que incentivou os bancos a continuarem realizando esse tipo de transação. 

Como funciona?

Apesar de mais simples e menos burocrático, o processo para conceder o crédito imobiliário é parecido com outras modalidades de empréstimos. Nesse caso, também é feita uma análise de crédito para comprovação de renda e para se certificar que o cliente poderá arcar com o valor das parcelas.

Apresentar um bem como garantia não assegura que o empréstimo será liberado. A garantia serve para que os bancos e instituições financeiras possam oferecer juros menores e prazos maiores nas operações de crédito, o que reduz a possibilidade de inadimplência.

Normalmente, é recomendado que as parcelas do empréstimo não comprometam mais do que 30% da renda mensal do cliente e, por lei, as instituições podem emprestar valores correspondentes a até 60% do valor do imóvel.           

Mas afinal, eu posso perder minha casa?

A retomada do bem é uma medida extrema em casos de inadimplência persistente, porém, esse é um processo muito caro para o banco ou financeira, que ainda corre o risco de não recuperar todo o valor emprestado.

O imóvel retomado pelo banco em casos de não pagamento vai a leilão e o valor da venda é utilizado para amortizar a dívida. O valor excedente é devolvido para o cliente. Nesses casos, a instituição apenas recupera o valor que deu como crédito, não tem nenhum lucro com a operação.

Quais as vantagens desse tipo de empréstimo?

A maior vantagem são as taxas de juros muito menores em comparação com as taxas oferecidas em outras modalidades de empréstimos.

Outra grande vantagem são os prazos muito maiores. Nessa modalidade é possível parcelar o financiamento em até 180 vezes, o que possibilita uma liberação maior de recursos com parcelas mensais mais baixas.

Enquanto você estiver estudando as alternativas de crédito, faça simulações e compare os valores pagos por mês e os montantes da dívida em diferentes categorias como Crédito com Garantia de Imóvel, cheque especial, empréstimos pessoais e consignados.

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Fonte: https://baripromotora.com.br/o-que-e-emprestimo-com-garantia-de-imovel-eu-posso-perder-minha-casa/

O que é o crédito com carro em garantia

Você sabe como funciona o crédito com carro em garantia?

Para esclarecer de vez a questão, criamos este conteúdo no qual explicamos os diferentes tipos de crédito.

Os diferentes tipos de crédito

O serviço de crédito é oferecido por bancos e outras instituições financeiras para, resumidamente, viabilizar uma compra. A pessoa ou empresa recebe o valor total e assume a responsabilidade de pagar uma quantidade de parcelas que equivalem ao valor emprestado mais juros. Os tipos de crédito, por sua vez, dependem muito da finalidade do empréstimo. Veja a seguir quais são os mais comuns a seguir.

Crédito pessoal

A pessoa solicita um valor e o banco decide por meio de uma análise de crédito se vai ou não conceder o empréstimo. 

Crédito consignado

O solicitante deve ser funcionário de uma empresa para que o pagamento seja descontado da sua folha salarial. Geralmente os juros são mais baixos nessa modalidade.

Crédito consolidado

O empréstimo unifica uma série de dívidas para que elas sejam pagas em uma única parcela, geralmente com mais prazo. Normalmente é preciso oferecer um imóvel ou o carro como garantia.

Crédito automotivo ou imobiliário 

O financiamento é o tipo mais comum de crédito para esses casos. Nele, a garantia é o próprio bem — carro, moto, casa, apartamento etc. Geralmente é preciso dar uma entrada de pelo menos 20% do valor total para o crédito ser aprovado.

Existem ainda outros tipos de crédito, como o estudantil (para financiar os estudos) ou o empresarial (para investir em um negócio). Os valores e as condições dependem de cada situação e, é claro, da instituição. Já o crédito com carro em garantia é uma alternativa que gera benefícios tanto para quem acessa o serviço quanto para quem o oferece.

O crédito com carro como garantia

A particularidade desse tipo de crédito é que ele insere um bem valioso — no caso, um carro — como garantia para a instituição que fornece o dinheiro. Isso significa que as chances do cliente não pagar são menores, consequentemente, as condições são melhores.

Na prática, é “uma linha de crédito com juros inferiores”, explica Danilo Netto, da BV Financeira, umas das instituições financeiras das quais a Out Red é correspondente bancário. As pessoas que procuram por elas geralmente têm como objetivo “novas e pontuais aquisições ou benfeitorias”. Um bom exemplo é a reforma de uma casa, que costuma ter um custo mais alto do que a compra de móveis.

Outro exemplo é o uso para quitar dívidas. Nesse caso, aponta Danilo, são “clientes que buscam como uma linha para substituir débitos que estão com taxas superiores por juros mais baixos”, afinal, “trata-se de um processo bem otimizado de concessão”, completa ele.

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Fonte: https://www.bv.com.br/bv-inspira/noticias/o-que-e-o-credito-com-carro-em-garantia

Controle Financeiro Pessoal – 13 dicas para controlar suas finanças

Ter controle financeiro pessoal é a forma mais básica de cuidar do seu dinheiro. É assim que você conhece exatamente a sua renda, os seus gastos e o que pode ser melhorado para sobrar mais dinheiro no fim do mês. Dinheiro para fazer uma reserva financeira, investir e multiplicar sua renda.

Não estamos falando só sobre dinheiro, mas sobre qualidade de vida. Quando você tem um bom controle financeiro, se preocupa menos com as contas do mês. Também pode se programar para atividades mais prazerosas e projetos, como aquela viagem que você queria fazer com a família ou a troca do carro.

O que é Controle Financeiro Pessoal?

Controle financeiro pessoal é o hábito de organizar todas as receitas e despesas no período, geralmente mensal, considerando tanto as contas fixas quanto as despesas gerais. Esse é um hábito importante porque muitas pessoas não sabem quanto ganham e quanto gastam por mês, e essa é a principal razão do descontrole financeiro.

Por isso, neste artigo, você entenderá como começar seu controle financeiro pessoal e as principais dicas para organizar sua vida financeira.

Veja agora 13 dicas de controle financeiro pessoal que vão mudar sua forma de pensar em dinheiro.

Organize suas finanças

1) Livre-se das dívidas

Se você não tem dívidas, já está no caminho certo para controlar suas finanças pessoais. Mas se você possui, essa é a primeira coisa que você precisa resolver para ter um bom controle financeiro.

Contas atrasadas geram novos custos, devido aos juros que são cobrados, e tiram a possibilidade de poupar e de se programar melhor. Afinal de contas, todo dinheiro que entra é direcionado para as contas a pagar e o principal objetivo passa a ser zerar a dívida.

Tentar renegociar ou parcelar a dívida podem ser medidas que ajudam a solucionar
essa etapa.

2) Conheça sua renda

O segundo passo mais importante para fazer seu controle financeiro pessoal é conhecer sua renda real. Um erro clássico é pensar na sua renda como o valor do seu salário, sem levar em consideração todos os descontos de impostos, plano de saúde, vales e outros benefícios.

Por isso, você precisa ter em mente seu salário líquido, ou seja, o valor que você realmente recebe todos os meses, após os descontos. Essa é a sua renda.

  • Se você possui outros recebíveis mensais, como o aluguel de algum imóvel de sua propriedade, eles também entram na sua renda.
  • Mas se você recebeu o dinheiro da venda de algum bem, ou de qualquer outra natureza, que não irá se repetir fixamente, esse valor não deve ser considerado
    parte da sua renda.

Pense neste valor como um “extra”, que pode ser poupado ou investido. Dessa forma, você evita aumentar seu custo fixo ou mesmo gastar com supérfluos só porque recebeu um dinheiro a mais.

3) Saiba qual é seu custo de vida


Ao pensar em contas a pagar, faça um pequeno exercício: liste todos os custos fixos que você possui, seja aqueles que possuem o mesmo valor todos os meses ou aqueles que possuem uma pequena variação. Por exemplo:

  • Aluguel
  • Luz
  • Água
  • Telefone
  • Internet

Qual é o valor médio de todas essas contas no mês? Esse é o seu custo de vida. Por isso, é importante calcular esse valor e tê-lo claro em sua mente, como uma parte da sua renda que já está comprometida mensalmente.

O valor restante é o que você tem disponível para outros custos variáveis do dia a dia, uma reserva financeira ou um investimento.

Descubra seus gastos supérfluos

4) Conheça suas despesas extras

Agora que você já sabe qual é sua renda e quais os custos fixos que possui, é a hora de identificar aquelas despesas extras e onde estão seus maiores gastos.

Para isso, anote tudo! Todos os pequenos gastos do dia a dia, desde o cafezinho à tarde, a sobremesa depois do almoço, a cervejinha no final do expediente ou aquele presente para um amigo que fez aniversário.

Assim, será mais fácil lembrar onde você gastou seu dinheiro e você não ficará com aquela sensação de que ele apenas “sumiu”.

5) Divida seus gastos por tipo

Depois de identificar seus gastos, separá-los por tipo pode ajudar a entender quais são os gastos supérfluos e onde você está gastando mais dinheiro. Para isso, você pode criar categorias. Geralmente, as mais utilizadas são:

  • Moradia
  • Supermercado
  • TV / Internet / Telefone
  • Transporte
  • Lazer
  • Saúde
  • Bares e Restaurantes

Identifique qual porcentagem da sua renda é gasta com cada categoria e qual o valor em dinheiro. Dessa forma, você poderá ter um parâmetro de quanto gasta em média e onde está gastando mais do que o normal.

Essa é a forma mais comum de fazer o controle dos seus gastos, mas uma dica é ir além das contas comuns. Aproveite para criar categorias diferentes para aqueles gastos que você sabe que podem ser evitados. Muitas vezes são os pequenos gastos que atrapalham todo o seu orçamento, como:

  • Lanches
  • Roupas novas
  • Salão de beleza
  • Happy hour
  • Cinema
  • Baladas
  • Jantares

Mude seus hábitos

6) Veja onde é possível economizar

Quando você separa os gastos em categorias, fica mais fácil ver onde você está gastando muito e onde é possível economizar, como:

  • Gastando menos com táxi e aplicativos de transporte.
  • Economizando naquele cafezinho de todas as manhãs.
  • Trocando o ônibus por uma caminhada, quando possível.

Neste momento, não existem regras de economia. As medidas a tomar dependerão das suas possibilidades e do que é viável no seu caso. Por isso, é preciso que você tenha sensibilidade para pensar em cada um de seus gastos e refletir:

  • É mesmo necessário gastar tanto com transporte?
  • Posso economizar trazendo o lanche de casa?
  • Quais outros gastos eu posso evitar?

Lembre-se de que essa economia é a chance de juntar dinheiro para realizar seus desejos, aproveitar os melhores investimentos ou multiplicar seu dinheiro para conquistar um estilo de vida mais confortável.

7) Aprenda a comparar preços

Um dos grandes vilões dos gastos excessivos é o hábito de não olhar e comparar os preços do que consome. Muitas vezes, as variações de preço entre um estabelecimento e outro são altíssimas.

Por exemplo: um supermercado que tenha bons preços em produtos de limpeza, pode cobrar preços altíssimos por frutas e legumes. Sabendo disso, pode ser interessante variar de supermercados e separar a compra do mês em pequenas compras. Deste modo, você também evita estocar produtos que não serão necessários ou podem perder a validade.

Outra pegadinha são as grandes placas de oferta. Antes de avaliar o preço de um produto, fique atento a duas coisas:

  • Os asteriscos da oferta: condições específicas em que o desconto é aplicado, como um cartão específico ou a compra de X unidades.
  • preço por Kg: um sabão em pó aparentemente barato pode estar com o preço bem mais alto que outro, aparentemente mais caro.

Como você pode ver nesse exemplo, o preço do Sabão em pó A parece menor, enquanto o do Sabão em pó B parece maior. Mas se você observar que o Sabão A tem apenas 500g e o Sabão B tem 1 kg, você verá que comprar 1kg do primeiro sairia muito mais caro. Nesse caso, vale mais a pena comprar o Sabão B.

Agora, se o Sabão A estivesse custando menos de R$4,90, seria mais barato comprar 2 caixas de 500g do que uma caixa de 1kg do Sabão B.

8) Repense sua lista de desejos

Evitar comprar coisas por impulso é outra excelente mudança de hábito. Você pode começar criando uma lista de desejos, estabelecendo quais são as prioridades e analisando a necessidade de cada bem a curto e longo prazo.

Por exemplo: se você acredita que precisa de um determinado eletrodoméstico, mas percebe que consegue viver bem sem ele ou que o usaria por pouco tempo. Ou se você adquiriu todos os acessórios esportivos e o plano anual da academia, mas percebeu que não teria tempo ou não se adaptaria àquela atividade.

Criar e analisar a lista de desejos também pode fazer você perceber que há outra necessidade mais importante, que você não conseguiria suprir se tivesse comprado a primeira coisa que desejou.

Planeje suas finanças

9) Defina metas para economizar


Este é um ponto muito importante para um bom controle financeiro pessoal. A economia não pode ser apenas “um dinheiro que sobrou no fim do mês”. Ela tem que ser uma postura, um objetivo. É assim que você deixa de apenas acompanhar suas finanças pessoais e passa a ter planejamento financeiro.

Você pode então definir uma quantia mensal para guardar. Uma forma de fazer isso é, ao receber o salário, já separar uma parte do dinheiro, de preferência em um lugar diferente da conta que você utiliza para os gastos do dia a dia.

10) Limite seus gastos cotidianos

Assim como criar metas para economizar, é interessante criar metas de gastos, definindo um valor máximo por mês que pode ser pago por cada tipo de despesa. As categorias que você criou anteriormente serão muito úteis para essa tarefa.

Você pode determinar, por exemplo, que sua meta é gastar apenas:

  • 15% do seu salário com lazer
  • 20% com supermercado
  • 5% com roupas e acessórios
  • 3% com salão e barbearia

Mas lembre-se: isso não quer dizer que você precise gastar isso todos os meses, mas que este é o valor máximo que você pode pagar em cada categoria. Toda economia com gastos cotidianos é um avanço nas suas economias e investimentos.

11) Reserve dinheiro para as despesas anuais

Um erro comum no planejamento financeiro é considerar apenas os gastos mensais e esquecer dos gastos anuais, como IPTU, IPVA e seguros. Essas despesas acabam virando um grande problema quando não são previstas, pois você não se planeja para pagá-las e leva um susto quando elas surgem.

Por isso, é importante reservar dinheiro para essas despesas o quanto antes ou guardar uma quantia todo o mês especificamente para elas.

Potencialize seu dinheiro

12) Informe-se sobre investimentos

Aprender a poupar e controlar suas finanças pessoais é o primeiro passo, mas para ter uma vida financeira tranquila e alcançar sonhos é preciso ir além. Aprender sobre investimentos vai te ensinar a cuidar melhor do dinheiro poupado. Dessa forma, você entenderá qual o melhor lugar para guardar suas reservas para o futuro.

13) Invista suas economias

Esse é o passo mais importante para mudar o rumo da sua vida financeira. Criar o hábito de investir é tão importante quanto controlar gastos ou poupar, pois é este hábito que fará seu dinheiro crescer.

Fonte: https:// blog.toroinvestimentos.com.br/controle-financeiro-pessoal

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Orçamento familiar: 7 dicas para criar o seu orçamento

Não consegue guardar dinheiro e sempre gasta mais do que recebe? Veja a seguir um passo a passo para organizar suas finanças. continue lendo o texto, para saber mais sobre:

O que é um orçamento familiar?

Você conhece pessoas que têm um salário justo, mas que, mesmo assim, nunca estão com dinheiro? O que diferencia esses brasileiros de outros que estão sempre no cheque especial ou atolados em dívidas é principalmente o planejamento financeiro.

A capacidade de sempre tentar dar o melhor uso para o próprio dinheiro faz com que as pessoas tenham o suficiente para comprar ou que realmente precisam e consigam ainda poupar um pouco para os tempos mais difíceis. Mas como fazer o planejamento financeiro?

7 passos para criar o seu orçamento familiar

Veja abaixo, passo a passo, como começar a colocar suas finanças em dia:

Convencimento pessoal

A primeira etapa é se convencer sobre a importância de colocar a casa em ordem. Se você deseja realizar sonhos que dependem da sua capacidade de juntar dinheiro, então pare de acreditar que a mega sena é uma única solução e comece, aos poucos, a cortar gastos desnecessários.

Defina seus objetivos

Nessa etapa é importante entender o que você precisa para ser feliz. Ninguém tem dinheiro para comprar tudo o que vê na frente. Então faça suas escolhas.defina seus objetivos de curto, médio e longo prazo, como, por exemplo, uma viagem de férias, um carro e um imóvel, respectivamente. Saber exatamente o que você quer ajuda a ter força para salvar.

Seja disciplinado e adote os hábitos corretos

Chegou a hora de partir para uma ação. Depois de definir o que precisa e o que não precisa, comece realmente a cortar gastos desnecessários. Se você quiser viajar para os EUA no final do ano, será necessário deixar algumas noites para jantar fora. Isso vale para qualquer coisa que você considere que ficou caro demais.

Leia mais sobre finanças 

Pessoas que sabem fazer contas são menos suscetíveis a cair em armadilhas financeiras.quem entende como funciona os juros do cartão de crédito, por exemplo, nunca vai parcelar ou pagar somente o mínimo da fatura porque sabe que as taxas cobradas pelo banco costumam ser abusivas (a média chega a 300% ao ano).

Envolva a família

Quem tem mulher ou filhos deve explicar para toda a família como é o processo de decisão financeira, quais são os objetivos e o que é preciso fazer para chegar lá. Quando a família toda participa e se envolve nos mesmos objetivos, fica muito mais fácil atingir como metas.

Use os investimentos a seu favor

Depois que você já tiver pago todas as dívidas, comece a poupar algum dinheiro e invista com sabedoria. Conseguir uma maior remuneração possível para o seu dinheiro vai fazer com que você conquiste o que quer com menos sacrifício. Somente tome cuidado para não correr riscos desnecessários que possam comprometer a rentabilidade do seu portfólio.

Só compre o que é barato

Seja semanalmente no supermercado ou na hora de fechar a aquisição de um imóvel para a família, compre somente o que é barato. Sempre há coisas que estão com o preço justo. Então dê preferência a elas e não faça loucuras.

Fonte: https://conteudos.xpi.com.br/aprenda-a-investir/relatorios/orcamento-familiar/

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Como sair das dívidas rápido: 11 dicas práticas

Sair das dívidas é uma busca incansável para quase todos os brasileiros. Afinal, se endividar é razoavelmente fácil, enquanto sair da lista de endividados de uma empresa é extremamente difícil.

Fator este que pode ser facilmente confirmado com números divulgados pelo próprio Serasa, órgão de cobrança mais conhecido de nosso país juntamente ao SCPC, onde afirma que grande parte da população está em uma lista de dividendos.

Geralmente, quem se encontra endividado perde noites de sono imaginando maneiras de sair dessa bola de neve. Veja agora 11 passos infalíveis para se organizar e quitar dívidas!

Como sair das dívidas?

Antes de mais nada, entenda que é totalmente possível sair desta situação em que sua vida se encontra. É preciso entender, acima de tudo, que, por mais que a situação esteja difícil, você tem toda a capacidade de vencê-la.

E é por isso que apresentaremos algumas dicas para lhe servir de base. O passo principal para se vencer uma adversidade é dar o primeiro avanço, o que, em muitos casos, pode estar confuso. Começando por:

1. Faça um planejamento financeiro

Planejamento é essencial quando se trata de questões financeiras, do contrário você acaba gastando mais do que o necessário, se enrolando em juros eternos e criando dívidas sem fim.

Para que seja possível obter o controle de suas dívidas, primeiro será preciso levantar cada uma destas, em seus mínimos detalhes, e realizar o cálculo das mesmas.

A busca aqui não é descobrir o quanto se deve, visto que, provavelmente, você já saiba a quantia devida, mas sim verificar para onde o seu dinheiro está indo e como pode fazer para realizá-lo.

Além disso, com estes dados será possível perceber quais equívocos estão sendo cometendo e como pode aproveitar melhor o seu próprio recurso monetário, a ponto de controlá-lo, e não o contrário.

Crie uma planilha, seja está física ou digital, coloque e defina todos os custos fixos e variáveis e deixe um espaço para incluir possíveis gastos adicionais que podem ocorrer em sua rotina.

2. Trace seus objetivos para quitar dívidas

Para se construir um bom planejamento para sair de suas dívidas, os objetivos serão mais do que necessários. Eles definem aonde deseja chegar, e o que fará durante sua trajetória até alcançá-los.

Assim, cada vez que for tomar uma nova escolha este virá a mente, definindo se, pelo contexto geral, tal decisão realmente será efetiva para que se consiga conquistar aquilo que deseja.

Durante sua jornada até a conquista da saudação de suas dívidas, é interessante também atribuir algumas metas. Estas irão servir como pequenas realizações enquanto o ponto maior não chega.

Assim, sua vontade e foco se manterão mais constantes, e você automaticamente criará uma maior disciplina em relação ao que gasta, tornando-o economicamente consciente. Lição está que irá ser útil para toda uma vida.

3. Renegocie as dívidas

Grande parte das nossas dívidas atrasadas ficam em proporções absurdas por conta de juros. Sendo assim, converse com as instituições financeiras e busque realizar acordos.

Caso tenha condições de fazer uma proposta para pagamento à vista, o preço do débito pode ser reduzido em até 90% do valor original. Contudo, se o seu orçamento não permitir uma transação desse tipo, vale a pena conversar sobre opções de parcelamento que se encaixem nas suas condições.  

4. Quite os débitos menores primeiro

Observe todas dívidas que você possui e comece pelas mais baixas, que podem ser eliminadas facilmente. Isso ajuda a dar aquela sensação de alívio e faz com que você consiga, posteriormente, se concentrar nos débitos que mais pesam no seu orçamento geral.

Quitar dívidas exige comprometimento

Além de planejamento, a quitação de dívidas exige que você esteja comprometido com suas finanças, bem como tenha responsabilidade em cumprir qualquer acordo feito com as instituições financeiras.

5. Corte gastos desnecessários

Gastos desnecessários devem ser eliminados quando você quer sair das dívidas. Sendo assim, aquele lanche de todo final de semana, o salão de beleza ao qual comparece várias vezes ao mês, o plano de televisão a cabo e a troca anual do automóvel são exemplos de cortes que você pode fazer para melhor seu orçamento.

Desse modo, sobra dinheiro mais facilmente para pagar seus débitos sem grandes contratempos.

6. Realize investimentos

Investimentos são uma ótima maneira de fazer o seu dinheiro render, aumentando o orçamento que você tem disponível. Sendo assim, crie uma regra de aplicar todos os meses pelo menos uma pequena parte do seu capital. Desse modo, você amplia seu rendimento e consegue equilibrar suas contas de forma mais rápida

7. Evite novas parcelas

As parcelas sempre atraem a nossa atenção, porém tenha cuidado ao criar novos débitos. Isso porque aquela prestação que parecia inofensiva quanto se junta a várias outras acaba comprometendo todo o seu capital e dificultando ainda mais a quitação de dívidas antigas.

Sendo assim, quando for comprar algo, opte sempre por fazer o pagamento à vista ou investir o valor acumulado e, por meio de rendimentos, pagar as parcelas criadas.

Quitar dívidas exige buscar novas soluções

Dependendo do valor da sua dívida pode ser que apenas planejamento e organização não resolvam o seu problema. Sendo assim, vale a pena buscar meios alternativos de conseguir mais dinheiro para sair de vez do vermelho.

8. Procure uma fonte de renda extra

Pode ser um trabalho temporário, um novo negócio ou até mesmo mais clientes, o importante aqui é buscar a entrada de mais capital para o seu orçamento. Esse dinheiro extra deve ser usado como base para negociar e quitar suas dívidas.

Se você se encontra na condição de endividamento, em algumas vezes, apenas o seu salário não será o suficiente. Por isso, será muito interessante que procure por meios auxiliares de ganhar algum dinheiro.

Existem inúmeras atividades que podem lhe ajudar neste quesito. Inclusive, muitas dessas podem ser facilmente exercidas de dentro de sua própria casa. Freelancers, por exemplo, são profissionais muito procurados por algumas empresas que não desejam ter um funcionário dedicado a somente uma necessidade simples e momentânea.

Ganhar uma renda extra pode ir desde estes até mesmo aos barman de eventos. Tudo irá depender da sua disponibilidade e habilidade para executar tais tarefas.

9. Considere fazer um empréstimo

Em alguns casos, fazer um empréstimo é o jeito mais efetivo de quitar dívidas. Porém, tenha muito cuidado na hora de optar por essa alternativa. Afinal de contas, você estará fazendo um novo débito.

Então, é preciso ter um bom planejamento financeiro para essa transação. O importante, nesse caso, é pegar um empréstimo para pagar à vista e com desconto todas as dívidas anteriores. Ou seja, nada de acrescentar mais um compromisso financeiro ao seu orçamento, pois o foco é eliminá-los.

10. Crie um fundo de emergência

Para sair das dívidas, é preciso manter o foco, mudando seus hábitos e gerenciando seus gastos. O fundo de emergência é muito importante para ter uma reserva de eventuais imprevistos. Busque juntar um valor de 3-6 salários para esses eventuais gastos que você possa ter. É importante ter em mente que é preciso balancear seu dinheiro pagando suas dívidas e juntando esse dinheiro.

10. Venda aquilo que não lhe serve mais

Caso você tenha um bem, desde roupas até imóveis e veículos, que não seja essencial para a sua vida, vale a pena pensar em vendê-lo para arrecadar dinheiro de maneira rápida e, assim, quitar os débitos pendentes. Afinal de contas, muitas vezes permanecemos apegados a algo que no fim não possui grande relevância em nosso cotidiano.

Fonte: https://cashme.com.br/blog/como-sair-das-dividas/

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Home Equity

Pouco se fala sobre Home Equity no Brasil, uma categoria de empréstimo pouco difundida pelos bancos, mas amplamente usada em países mais desenvolvidos como Estados Unidos por exemplo. Essa modalidade tem atraído cada vez mais pessoas como uma opção de crédito que oferece as menores taxas de juros do mercado.

O custo desse empréstimo parte de 1,14% ao mês, isso ocorre devido a alienação fiduciária do bem que figura como garantia do empréstimo.

O valor do crédito pode chegar até 60% do valor do imóvel em questão e a destinação do recurso é livre para atender a diversas necessidades. A modalidade também contempla um prazo alongado de pagamento, o que possibilita que os clientes obtenham parcelas mensais menores e possam seguir com seus projetos futuros.

Abrindo um comparativo com o país norte americano, onde a modalidade é bastante popular, é comum que as famílias façam refinanciamento de seus imóveis para que possam reformar sua moradia, injetar capital de giro em um negócio, empreender, pagar a universidade dos filhos, saldar dívidas e até mesmo para despesas médicas.

Nos EUA, de acordo com dados do Federal Reserve, o crédito com garantia imobiliária representa 70% do PIB, o mercado chega a movimentar aproximadamente US$ 13 trilhões anualmente, sendo 30% oriundos de crédito com garantia. Enquanto no Brasil, segundo dados do Banco Central do Brasil, o crédito imobiliário representa cerca de 10% do PIB brasileiro. Embora exista a modalidade no Brasil, as mais convencionais continuam sendo os empréstimos pessoais e o temido cheque especial, ambos com altas taxas de juros.

Pensando não apenas na comodidade dos nossos clientes, mas também no desenvolvimento econômico do país, a Out Red desenvolveu uma plataforma digital, na qual presta assessoria ao cliente desde a solicitação do empréstimo, busca pelas menores taxas e melhores condições de pagamento do mercado.

Feito o pedido do empréstimo, percorremos pelo cliente todo o roteiro de trâmites burocrático quanto à avaliação do imóvel, documentação necessária, ficha cadastral, capacidade de pagamento e outros, assim diminuímos o tempo útil do processo, oferecemos aos nossos clientes a comodidade de um empréstimo online e não cobramos nada pelos nossos serviços.

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IPCA: O que é? Para que serve?

O que é IPCA

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi criado com o objetivo de oferecer a variação dos preços no comércio para o público consumidor e para o governo, é considerado o termômetro da variação de preço no país. 

É utilizado para a correção das parcelas do refinanciamento de imóveis, que são de longo prazo, para que estejam de acordo com o valor de mercado.

Como é calculado o IPCA?

A coleta de preços é feita entre o primeiro e o último dia do mês. A pesquisa é realizada em prestadores de serviços, concessionárias de serviços públicos, estabelecimentos comerciais e imobiliários. Nessa pesquisa, os valores obtidos do que é repassado para o consumidor, é para pagamento à vista. 

São considerados nove grupos de produtos e serviços: 

  • Alimentação e bebida;
  • Comunicação; 
  • Despesas pessoais; 
  • Educação; 
  • Habitação;
  • Saúde e cuidados pessoais; 
  • Artigos de residência;
  • Transporte;
  • Vestuário. 

Esses são subdivididos em outros itens, totalizando uma variação de 465 subitens. 

Para que serve o IPCA

O IPCA mede a inflação que reflete o custo de vida de famílias que possuem como renda mensal entre 1 a 40 salários mínimo e que são residentes nas regiões:

  • Belém;
  • Belo Horizonte;
  • Campo Grande;
  • Curitiba;
  • Distrito Federal;
  • Fortaleza;
  • Goiânia;
  • Porto Alegre;
  • Recife;
  • Rio de Janeiro;
  • Salvador;
  • São Paulo;
  • Vitória.

Como indicador oficial da inflação no país, o IPCA tem uma série de aplicações na economia, como te ajudar a entender o valor do dinheiro e sua evolução com o passar do tempo. Exemplo:

Suponhamos que você tenha R$ 100,00 e que esse valor seja o suficiente para um tênis. Daqui 10 anos, esse valor representará a mesma quantia, porém não será suficiente para comprar o mesmo produto, que estará valendo R$ 150,00. Isso significa que ao passar dos anos o dinheiro perdeu o valor e não é mais suficiente para os mesmos gastos de anos atrás, afetando o poder de compra dos consumidores.

O IPCA é utilizado para medir a variação média dos produtos/serviços e o impacto sobre o valor do dinheiro. Com isso, o Banco Central (Bacen) considera como o índice de inflação no Brasil e utiliza para verificar o cumprimento das metas de inflação previamente estabelecidas.

O Bacen tem a prerrogativa de aumentar a Taxa Selic (taxa básica de juros) quando a inflação está em tendência de alta para conter a pressão inflacionária sobre os preços de produtos e/ou serviços. Essa estratégia é utilizada como artificio de restrição ao crédito, desestimulando a atividade econômica e fazendo arrefecer a pressão inflacionaria. Da mesma forma quando a inflação está baixa ou sob controle, o Bacen pode reduzir a taxa de juros, incentivando o crédito e promovendo o crescimento econômico.

O IPCA também tem bastante importância para investimentos e aplicações. Visto que, monitorar o índice é saber quando e como usar o seu dinheiro. 

Fonte: IBGE

Crédito com Garantia x Crédito Pessoal: Como funciona e qual aderir?

Em alguns momentos da vida é possível que tenhamos que recorrer a empréstimos bancários, seja para dar uma guinada na vida, emergências ou para sanar algumas dívidas que se acumularam. Ao tomar a decisão de realizar um empréstimo, nos deparamos com diversas opções de crédito e temos que tomar cuidado para fazermos a escolha certa. Esse post serve para lhe ajudar a encontrar o empréstimo certo, que vai resolver os seus problemas e ainda caberá no seu bolso. A seguir, vamos explicar a diferença entre o Crédito com Garantia e o Crédito Pessoal.

Refinanciamento

O crédito com garantia é uma nova modalidade de crédito no Brasil. Para muitos o termo ainda parece ser confuso, mas não se engane: o Crédito com Garantia é algo seguro, rápido e fácil de se fazer. Também conhecido como Refinanciamento, é uma das formas mais simples de se conseguir um empréstimo. A modalidade consiste em você colocar como garantia de pagamento seu imóvel ou veículo. Ao fazer isso, suas chances de crédito aprovado aumentam. Caso você escolha realizar um Crédito com Garantia de Veículo, é necessário que o mesmo esteja 100% quitado, com toda a documentação em dia e no nome da pessoa que irá realizar o empréstimo.

No caso de um imóvel, pode-se colocar como garantia imóveis residenciais ou comerciais, com ou sem habite-se, quitado ou não, a modalidade também contempla salas comerciais, lojas, galpões e até mesmo terrenos. O Crédito com Garantia pode ser realizado por Instituições Financeiras como: Bancos, Caixas Econômicas, Financeiras e Companhias Hipotecárias autorizadas pelo Banco Central do Brasil. O que diferencia essa modalidade de crédito das demais, é que ao colocar seu bem alienado ao banco, você tem acesso as menores taxas de juros do mercado, prazos longos para pagamento e ainda usufrui normalmente do seu bem.

A justificativa para conseguir as taxas mais baixas do mercado se deve ao fato existir um bem como garantia, tornando a risco de crédito mais baixo para a Instituição Financeira que passa a ter a possibilidade de levar para leilão a garantia alienada caso os pagamentos não sejam realizados.  Se você é uma pessoa que tem o compromisso quando se trata de empréstimos e possui algum bem para colocar como garantia, sem dúvida essa é a sua melhor opção.

Crédito Pessoal

O crédito pessoal por sua vez, é uma ótima opção para quem precisa de dinheiro e não tem como apresentar uma garantia. A vantagem do empréstimo pessoal é a facilidade de se contratar o serviço, podendo escolher a forma de pagamento, data de vencimento e a liberação do dinheiro saí em até 48 horas após a análise aprovada. Entretanto, nessa modalidade as taxas de juros são mais altas, o que resulta em um montante final muito além do crédito concedido. 

Lembre-se que nessa modalidade, os valores aprovados para crédito, são mais baixos e o prazo de pagamento mais curto.

Crédito com Garantia ou Crédito Pessoal

As menores taxas do mercado são voltadas para o Crédito com Garantia ou Refinanciamento. Se você tem um bem, sem dúvida essa é a sua melhor opção. 
Mesmo com seu imóvel ou automóvel vinculado com ao banco, o proprietário continuará tendo posse total sobre, ou seja, continuará fazendo uso de seu carro ou imóvel normalmente – desde que efetue o pagamento.

A Out Red é um correspondente bancário que oferece, por meio de uma plataforma online, um serviço gratuito e inteligente de simulação para quem busca pela modalidade de Crédito com Garantia ou Refinanciamento. Através do nosso sistema, analisamos a melhor proposta de crédito do mercado entre as maiores financiadoras do país. Entre no nosso site e faça uma simulação!


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3 razões para aderir ao Crédito com Garantia

O crédito com garantia é uma modalidade que esta ficando cada vez mais popular no país e promete dar aquele fôlego necessário para as pessoas que precisam se recuperar ou normalizar sua situação financeira. Isso porque você pode trocar dívidas caras por uma mais barata.

Muitas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos seus benefícios, dessa maneira, destacamos os principais para você: 

1. Prazo de pagamento estendido

Diferente dos empréstimos pessoais, que demandam a quitação de seus débitos em até cinco anos (60 meses), o crédito com garantia, por sua vez, oferece como um dos principais atrativos um longo prazo de pagamento, que pode ser de até 15 anos (180 meses).

2. Taxa de juros baixa

Segundo o relatório do Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP), a média da taxa de juros de empréstimo pessoal foi de 6,51% ao mês no ano de 2017. Na modalidade de crédito com garantia, os juros mensais são a partir de 1,15%.

3. Volume maior de crédito para aprovação

Outro grande diferencial é o limite alto no valor do empréstimo. É possível obter até 60% do valor do imóvel avaliado no empréstimo.

Mas uma coisa é importante, as parcelas devem caber no seu orçamento para que você não corra riscos. 

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Bem-vindo à Out Red

No Brasil, cerca de 61 milhões de brasileiros estão com inadimplências financeiras. Pessoas passaram a consumir com a falsa sensação do poder de compra que foi desenvolvida pelo governo após uma ação de incentivo ao consumo. Mediante à crise econômica, esse número representa cerca de 62,2% de famílias. A consequência disso, resultou no bloqueio de crédito, juros altos e a impossibilidade de melhorar de vida, devido aos desafios da vida e a dificuldade de saldar as dívidas com juros excessivos. 

A Out Red é uma plataforma online de soluções financeiras, que tem como objetivo ser uma opção de crédito de forma descomplicada. Chegou para poder te ajudar a sair do vermelho por meio de Crédito com Garantia, para sanar dívidas absurdas, com taxas abaixo do mercado convencional.

Como?

Para quem possui seu próprio imóvel ou veículo, a forma mais barata de realizar um empréstimo para pagamento de dívidas com juros altos, investir em seu próprio negócio ou qualquer outro motivo, é usar um desses dois bens como garantia de outro empréstimo com taxas abaixo da média do mercado. O refinanciamento ou crédito com garantia de um bem, é uma modalidade de crédito no Brasil divulgada pelos bancos, uma vez que suas taxas de juros em outras modalidades são excessivas. 

A Out Red é capaz de oferecer para seus clientes, linhas de crédito com garantia junto a taxas de juros acessíveis e de longo prazo. A partir do seu sistema automatizado de cadastro único, desenvolvido para analisar a melhor proposta de crédito de várias instituições financeiras do mercado, consegue desenvolver a ação com mais agilidade e eficiência, otimizando tempo para solucionar o problema de cada um de nossos clientes. O tempo médio para a liberação de crédito em outras instituições, varia entre 45 a 60 dias. A nossa empresa é capaz de entrar em contato com diversas financeiras ao mesmo tempo por meio do nosso sistema de cadastro único, desenvolvido para analisar a melhor proposta de crédito oferecida para o perfil do cliente, concedendo sua liberação em até 20 dias. 

Quem pode realizar a operação?

Qualquer pessoa que possua veículos ou imóveis para refinanciamento dentro das seguintes categorias:

  • Assalariados
  • Autônomos ou profissionais liberais e assemelhados
  • Sócio proprietário / firma individual ou microempresário
  • Servidor ou funcionário publico

Para cada categoria são exigidas documentações diferentes. Para mais informações, ou realizar sua simulação de financiamento de crédito, consulte o nosso site ou entre em contato conosco em nossos canais de atendimento pelo Whatsapp (61 9 9987-6610) ou telefone (61 3328-1444).

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