Controle Financeiro Pessoal – 13 dicas para controlar suas finanças

Ter controle financeiro pessoal é a forma mais básica de cuidar do seu dinheiro. É assim que você conhece exatamente a sua renda, os seus gastos e o que pode ser melhorado para sobrar mais dinheiro no fim do mês. Dinheiro para fazer uma reserva financeira, investir e multiplicar sua renda.

Não estamos falando só sobre dinheiro, mas sobre qualidade de vida. Quando você tem um bom controle financeiro, se preocupa menos com as contas do mês. Também pode se programar para atividades mais prazerosas e projetos, como aquela viagem que você queria fazer com a família ou a troca do carro.

O que é Controle Financeiro Pessoal?

Controle financeiro pessoal é o hábito de organizar todas as receitas e despesas no período, geralmente mensal, considerando tanto as contas fixas quanto as despesas gerais. Esse é um hábito importante porque muitas pessoas não sabem quanto ganham e quanto gastam por mês, e essa é a principal razão do descontrole financeiro.

Por isso, neste artigo, você entenderá como começar seu controle financeiro pessoal e as principais dicas para organizar sua vida financeira.

Veja agora 13 dicas de controle financeiro pessoal que vão mudar sua forma de pensar em dinheiro.

Organize suas finanças

1) Livre-se das dívidas

Se você não tem dívidas, já está no caminho certo para controlar suas finanças pessoais. Mas se você possui, essa é a primeira coisa que você precisa resolver para ter um bom controle financeiro.

Contas atrasadas geram novos custos, devido aos juros que são cobrados, e tiram a possibilidade de poupar e de se programar melhor. Afinal de contas, todo dinheiro que entra é direcionado para as contas a pagar e o principal objetivo passa a ser zerar a dívida.

Tentar renegociar ou parcelar a dívida podem ser medidas que ajudam a solucionar
essa etapa.

2) Conheça sua renda

O segundo passo mais importante para fazer seu controle financeiro pessoal é conhecer sua renda real. Um erro clássico é pensar na sua renda como o valor do seu salário, sem levar em consideração todos os descontos de impostos, plano de saúde, vales e outros benefícios.

Por isso, você precisa ter em mente seu salário líquido, ou seja, o valor que você realmente recebe todos os meses, após os descontos. Essa é a sua renda.

  • Se você possui outros recebíveis mensais, como o aluguel de algum imóvel de sua propriedade, eles também entram na sua renda.
  • Mas se você recebeu o dinheiro da venda de algum bem, ou de qualquer outra natureza, que não irá se repetir fixamente, esse valor não deve ser considerado
    parte da sua renda.

Pense neste valor como um “extra”, que pode ser poupado ou investido. Dessa forma, você evita aumentar seu custo fixo ou mesmo gastar com supérfluos só porque recebeu um dinheiro a mais.

3) Saiba qual é seu custo de vida


Ao pensar em contas a pagar, faça um pequeno exercício: liste todos os custos fixos que você possui, seja aqueles que possuem o mesmo valor todos os meses ou aqueles que possuem uma pequena variação. Por exemplo:

  • Aluguel
  • Luz
  • Água
  • Telefone
  • Internet

Qual é o valor médio de todas essas contas no mês? Esse é o seu custo de vida. Por isso, é importante calcular esse valor e tê-lo claro em sua mente, como uma parte da sua renda que já está comprometida mensalmente.

O valor restante é o que você tem disponível para outros custos variáveis do dia a dia, uma reserva financeira ou um investimento.

Descubra seus gastos supérfluos

4) Conheça suas despesas extras

Agora que você já sabe qual é sua renda e quais os custos fixos que possui, é a hora de identificar aquelas despesas extras e onde estão seus maiores gastos.

Para isso, anote tudo! Todos os pequenos gastos do dia a dia, desde o cafezinho à tarde, a sobremesa depois do almoço, a cervejinha no final do expediente ou aquele presente para um amigo que fez aniversário.

Assim, será mais fácil lembrar onde você gastou seu dinheiro e você não ficará com aquela sensação de que ele apenas “sumiu”.

5) Divida seus gastos por tipo

Depois de identificar seus gastos, separá-los por tipo pode ajudar a entender quais são os gastos supérfluos e onde você está gastando mais dinheiro. Para isso, você pode criar categorias. Geralmente, as mais utilizadas são:

  • Moradia
  • Supermercado
  • TV / Internet / Telefone
  • Transporte
  • Lazer
  • Saúde
  • Bares e Restaurantes

Identifique qual porcentagem da sua renda é gasta com cada categoria e qual o valor em dinheiro. Dessa forma, você poderá ter um parâmetro de quanto gasta em média e onde está gastando mais do que o normal.

Essa é a forma mais comum de fazer o controle dos seus gastos, mas uma dica é ir além das contas comuns. Aproveite para criar categorias diferentes para aqueles gastos que você sabe que podem ser evitados. Muitas vezes são os pequenos gastos que atrapalham todo o seu orçamento, como:

  • Lanches
  • Roupas novas
  • Salão de beleza
  • Happy hour
  • Cinema
  • Baladas
  • Jantares

Mude seus hábitos

6) Veja onde é possível economizar

Quando você separa os gastos em categorias, fica mais fácil ver onde você está gastando muito e onde é possível economizar, como:

  • Gastando menos com táxi e aplicativos de transporte.
  • Economizando naquele cafezinho de todas as manhãs.
  • Trocando o ônibus por uma caminhada, quando possível.

Neste momento, não existem regras de economia. As medidas a tomar dependerão das suas possibilidades e do que é viável no seu caso. Por isso, é preciso que você tenha sensibilidade para pensar em cada um de seus gastos e refletir:

  • É mesmo necessário gastar tanto com transporte?
  • Posso economizar trazendo o lanche de casa?
  • Quais outros gastos eu posso evitar?

Lembre-se de que essa economia é a chance de juntar dinheiro para realizar seus desejos, aproveitar os melhores investimentos ou multiplicar seu dinheiro para conquistar um estilo de vida mais confortável.

7) Aprenda a comparar preços

Um dos grandes vilões dos gastos excessivos é o hábito de não olhar e comparar os preços do que consome. Muitas vezes, as variações de preço entre um estabelecimento e outro são altíssimas.

Por exemplo: um supermercado que tenha bons preços em produtos de limpeza, pode cobrar preços altíssimos por frutas e legumes. Sabendo disso, pode ser interessante variar de supermercados e separar a compra do mês em pequenas compras. Deste modo, você também evita estocar produtos que não serão necessários ou podem perder a validade.

Outra pegadinha são as grandes placas de oferta. Antes de avaliar o preço de um produto, fique atento a duas coisas:

  • Os asteriscos da oferta: condições específicas em que o desconto é aplicado, como um cartão específico ou a compra de X unidades.
  • preço por Kg: um sabão em pó aparentemente barato pode estar com o preço bem mais alto que outro, aparentemente mais caro.

Como você pode ver nesse exemplo, o preço do Sabão em pó A parece menor, enquanto o do Sabão em pó B parece maior. Mas se você observar que o Sabão A tem apenas 500g e o Sabão B tem 1 kg, você verá que comprar 1kg do primeiro sairia muito mais caro. Nesse caso, vale mais a pena comprar o Sabão B.

Agora, se o Sabão A estivesse custando menos de R$4,90, seria mais barato comprar 2 caixas de 500g do que uma caixa de 1kg do Sabão B.

8) Repense sua lista de desejos

Evitar comprar coisas por impulso é outra excelente mudança de hábito. Você pode começar criando uma lista de desejos, estabelecendo quais são as prioridades e analisando a necessidade de cada bem a curto e longo prazo.

Por exemplo: se você acredita que precisa de um determinado eletrodoméstico, mas percebe que consegue viver bem sem ele ou que o usaria por pouco tempo. Ou se você adquiriu todos os acessórios esportivos e o plano anual da academia, mas percebeu que não teria tempo ou não se adaptaria àquela atividade.

Criar e analisar a lista de desejos também pode fazer você perceber que há outra necessidade mais importante, que você não conseguiria suprir se tivesse comprado a primeira coisa que desejou.

Planeje suas finanças

9) Defina metas para economizar


Este é um ponto muito importante para um bom controle financeiro pessoal. A economia não pode ser apenas “um dinheiro que sobrou no fim do mês”. Ela tem que ser uma postura, um objetivo. É assim que você deixa de apenas acompanhar suas finanças pessoais e passa a ter planejamento financeiro.

Você pode então definir uma quantia mensal para guardar. Uma forma de fazer isso é, ao receber o salário, já separar uma parte do dinheiro, de preferência em um lugar diferente da conta que você utiliza para os gastos do dia a dia.

10) Limite seus gastos cotidianos

Assim como criar metas para economizar, é interessante criar metas de gastos, definindo um valor máximo por mês que pode ser pago por cada tipo de despesa. As categorias que você criou anteriormente serão muito úteis para essa tarefa.

Você pode determinar, por exemplo, que sua meta é gastar apenas:

  • 15% do seu salário com lazer
  • 20% com supermercado
  • 5% com roupas e acessórios
  • 3% com salão e barbearia

Mas lembre-se: isso não quer dizer que você precise gastar isso todos os meses, mas que este é o valor máximo que você pode pagar em cada categoria. Toda economia com gastos cotidianos é um avanço nas suas economias e investimentos.

11) Reserve dinheiro para as despesas anuais

Um erro comum no planejamento financeiro é considerar apenas os gastos mensais e esquecer dos gastos anuais, como IPTU, IPVA e seguros. Essas despesas acabam virando um grande problema quando não são previstas, pois você não se planeja para pagá-las e leva um susto quando elas surgem.

Por isso, é importante reservar dinheiro para essas despesas o quanto antes ou guardar uma quantia todo o mês especificamente para elas.

Potencialize seu dinheiro

12) Informe-se sobre investimentos

Aprender a poupar e controlar suas finanças pessoais é o primeiro passo, mas para ter uma vida financeira tranquila e alcançar sonhos é preciso ir além. Aprender sobre investimentos vai te ensinar a cuidar melhor do dinheiro poupado. Dessa forma, você entenderá qual o melhor lugar para guardar suas reservas para o futuro.

13) Invista suas economias

Esse é o passo mais importante para mudar o rumo da sua vida financeira. Criar o hábito de investir é tão importante quanto controlar gastos ou poupar, pois é este hábito que fará seu dinheiro crescer.

Fonte: https:// blog.toroinvestimentos.com.br/controle-financeiro-pessoal

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